

Uma reportagem da Folha de São Paulo do dia 17 de setembro, com título "Transplante pode curar anemia falciforme", traz a informação que a Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Ossea acaba de concluir o consenso que inclui a anemia falciforme entre as doenças que têm indicação de transplante de medula óssea. As novas orientações serão publicadas na Revista Brasileira de Hematologia.
A elaboação do documento levou em consideração dados da literatura internacional que apontam cura dos doentes tratados com transplante. E é considerado curado o paciente que não desenvolve mais a doença depois de cinco anos.
Atualmente este tipo de procedimento não consta da lista de indicação do Ministério da Saúde, por isto ele ainda não é coberto pelo SUS.
Essa é uma doença que atinge principalmente a população negra, é uma doença genética mais frequente no País. Ela costuma ser diagnosticada clinicamente por causa da anemia. Em alguns Estado é feita durante o teste do pézinho.
Os problemas que causa essa doença no organismo humano, são que como existe uma dificuldade dos glóbulos circular pelos vasos detecta uma anormalidade, que passa a destruir as hemácias, que leva a anemia crônica. Além disto o formato de foice que dificulta a circulação causa a formação de coágulos, aumentando o risco de AVC e de trombose.
No tratamento atual exige o uso de medicamentos e transfusões de sangue para corrigir anemia.
Essas informações circularam na Folha de São Paulo, numa matéria da jornalista fernanda bassete. 17/09/09
Gostaria de perguntar se uma pessoa que está com a anemia de microcitose e hipocromia,possa ter alguma tendência a correr algum risco de ter mais facilmente acarretar esse tipo de anemia falciforme? Agradeço a vossa colaboração.
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