
sozinho
sem patrões
pra censurar
os padrões
do sorrir,
o riso
é preciso
é escrever um livro
e reafirmar a ação
e a regreção
de todos os atos
a vida é um teatro,
da ideologia moral
temporal.
e sem verdades
aparentes
tudo é constante
o mundo é mudança
tudo é dança
nada é fixo
tudo é movimento
tudo é riso
tudo é cocegas
e risos
eu preciso
romper com os clássicos
a guerra é classica
e é um horror
a paz e uma espera
angustiante,
e como espera
é um horror,
a cócegas
é a cocegas,
e rir assim forçadamente
é um horror,
sem patrões,
pra censurar o riso
pra querer padrões
vou ler e escrever, um livro.
e manter um sorriso.
Manoel Messias Pereira
poeta
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